terça-feira, 19 de maio de 2009

O que FHC fez para privatizar a Petrobras. A CPI quer fazer o que falta



Os tucanos querem sujar a mão na grana do pré-sal
. FHC, o Farol de Alexandria, aquele que iluminava a Antiguidade, fez o seguinte para privatizar a Petrobras:

. Aparelhou o Conselho de Administração da Petrobras e substituiu seis conselheiros por prepostos da iniciativa privada e de empresas internacionais de petróleo.

. O objetivo era cortar na carne da empresa, demitir, reduzir investimentos e demonstrar que a Petrobras não tinha competência para administrar o monopólio da União.

. Um presidente, do período FHC, Francisco Gros, disse logo após a posse que a Petrobras passaria de empresa estatal a empresa privada de capital internacional.

. Dividiu a Petrobras em 40 subsidiárias, para privatizá-las, uma a uma.

. A privatização começaria com a Refinaria Alberto Pasqualini (*) no Rio Grande do Sul.

. Vendeu 36% das ações da Petrobras na Bolsa de Nova York por menos de 10% de seu valor real.

. Aprovou a Lei 9478/97 que contraria a Constituição e concede o petróleo – que deve ser da União – a quem o produz.

. Mudou o nome da Petrobras para Petrobrax, para vendê-la melhor nos países de língua inglesa.

Em tempo: os dados deste post foram extraídos de uma entrevista de Fernando Siqueira, presidente da Associação dos Engenheiro da Petrobras, ao Correio da Cidadania, de 20/jan/2009.

(*) Por falar neste grande líder trabalhista gaúcho, Alberto Pasqualini, vale lembrar, como fez o Azenha, a Carta Testamento de Vargas, quando diz: “A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar a liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobras, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculizada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre. Não querem que o povo seja independente.”

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■laet em 19/maio/2009 as 15:21
Isto todo mundo tem de ler e deve comparar:

http://www.culturabrasil.org/fhc.htm
■Edinho em 19/maio/2009 as 15:15
Apesar de tudo de bom que o governo atual possa fazer, seguramente vai ficar marcado por ter largado um cobertor sobre as inescrupulosas manobras entreguistas da máfia do governo anterior. Sistema elétrico, sistema ferroviário, telefonia, CVRD (Petrobrás, BB e Caixa salvaram-se por pouco, e sabe Deus até quando…), quase tudo foi consumido pelo câncer travestido de modernidade da corja elitista da política nacional de fhc e sua trupe bicuda. E o governo atual não fez NADA para desmascará-los, muito ao contrário, juntou-se à boa parte da mesma corja num tal de pacto republicano… Que oportunidade jogada no lixo! Sinceramente….
■J. Antonio em 19/maio/2009 as 14:12
O afundamento da Plataforma P-36 tem que ser investigado!
■Evaristo Almeida em 19/maio/2009 as 14:01
O PSDB, DEM e PPS são os obstáculos para o que o Brasil se utilize do petróleo do pré-sal para distribuir bem-estar ao povo brasileiro. Eles preferem que o petróleo sai em forma de lucros exorbitantes ás multinacionais, e o povo que se dane. O projeto político deles é destruir tudo que o governo Lula construiu e acabar com a oportunidade do país ser uma potência mundial. São vassalos do capital estrangeiro.
■Salomon em 19/maio/2009 as 13:56
Trabalhei numa estatal de energia elétrica no período tenebroso do governo neoliberal.
As aberrações que cometiam com os trabalhadores só encontravam concorrência com o inferno de Dante.
A verdade é que as idéias neoliberais carecem de lastro.
Têm apenas um único fim: doar as riquezas nacionais dos países periféricos aos paises centrais.
■ejedelmal em 19/maio/2009 as 13:02
Acho que já entendi qual é o esquema da Petrobras: é um tiro no pé, os TucanUDNistas vão ficar batendo onde não vão conseguir nada, nesse meio tempo não fazem campanha presidencial.

Mais uma da série “Não sei qual é o plano, mas está dando certo”.
■Jose Bentes de Araujo em 19/maio/2009 as 12:52
Mandem e-mail para os senadores que assinaram o pedido da CPI (maioria esmagadora do PSDB e DEM), divulgue o que está acontecendo ! Em 2010 vamos mudar esse senado !
Eis aí a lista dos traidores da pátria e seus e-mail
1. Álvaro Dias (PSDB-PR) - CRIADOR DA CPI - alvarodias@senador.gov.br 2. Sérgio Guerra (PSDB-PE)-sergio.guerra@senador.gov.br 3. Marco Maciel (DEM-PE)-marco.maciel@senador.gov.br 4. Lucia Vânia (PSDB-GO)-lucia.vania@senadora.gov.br 5. Antonio Carlos Junior (DEM-BA) - acmjr@senador.gov.br6. Agripino Maia (DEM-RN) -jose.agripino@senador.gov.br 7. Raimundo Colombo (DEM-SC)-raimundocolombo@senador.gov.br 8. Efraim Morais (DEM-PB) -efraim.morais@senador.gov.br 9. Pedro Simon (PMDB-RS)-simon@senador.gov.br 10. Jarbas Vaconcelos (PMDB-PE) -jarbas.vasconcelos@senador.gov.br 11. Cícero Lucena (PSDB-PB) -cicero.lucena@senador.gov.br 12. Demóstenes Torres (DEM-GO) -demostenes.torres@senador.gov.br 13. Jayme Campos (DEM-MT) -jayme.campos@senador.gov.br 14. Heráclito Fortes (DEM-PI) -heraclito.fortes@senador.gov.br 15. Mario Couto (PSDB- PA)-mario.couto@senador.gov.br 16. Eduardo Azeredo (PSDB-MG) -eduardo.azeredo@senador.gov.br 17. Flexa Ribeiro (PSDB-flexaribeiro@senador.gov.br 18. Kátia Abreu (DEM-TO)-katia.abreu@senadora.gov.br 19. Romeu Tuma (PTB-SP) -romeu.tuma@senador.gov.br 20. Arthur Virgílio (PSDB-AM) -arthur.virgilio@senador.gov.br 21. Adelmir Santana (DEM-DF) - adelmir.santana@senador.gov.br 22. Marconi Perillo (PSDB-GO)-marconi.perillo@senador.gov.br23. Mão Santa (PMDB-PI) -maosanta@senador.gov.br 24. João Tenório (PSDB-AL) -jtenorio@senador.gov.br 25. Gilberto Goellner (DEM-MT) -gilberto.goellner@senador.gov.b 26. Marisa Serrano (PSDB-MS) -marisa.serrano@senadora.gov.br 27. Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) -mozarildo@senador.gov.br28. Papaléo Paes (PSDB-AP) -papaleo@senador.gov.br 29. Tasso Jereissatti (PSDB-CE)-tasso.jereissati@senador.gov.br 30. Geraldo Mesquita (PMDB-AC) -geraldo.mesquita@senador.gov.br 31. Maria do Carmo (DEM-SE) -maria.carmo@senadora.gov.br

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Erros e acertos da nova Lei de Imprensa

©Folha de S. Paulo (16/04/96)

Nova lei de imprensa

Américo AntunesA polêmica em torno da nova Lei de Imprensa revela, infelizmente, que na Câmara dos Deputados ainda predomina uma relação de ''amor e ódio'' de grande parte dos parlamentares com os jornalistas e veículos de comunicação. Amor quando a cobertura da imprensa destaca feitos considerados positivos pelos deputados, sobretudo no que se refere a projetos de lavra própria. Ódio quando a imprensa revela os obscuros laços do poder, como no episódio da súbita mudança de posição de parlamentares na votação da emenda constitucional da Previdência. Essa esquizofrênica relação tem prejudicado, inclusive, uma discussão mais séria e profunda sobre o papel dos meios de comunicação nas sociedades contemporâneas e sobre as suas responsabilidades sociais, bem como uma tramitação mais célere dos projetos relativos à comunicação no Congresso.

No entanto resta a esperança que toda essa polêmica contribua para a recuperação desse urgente debate. Ao contrário do que muito se tem dito, julgamos que o projeto de Lei de Imprensa, depois de quatro anos de tramitação só na Câmara, representa um inegável avanço na afirmação do papel social da imprensa na construção da democracia, sobretudo ao remover os obstáculos à liberdade de expressão e manifestação ainda vigentes na lei 5.250/67, herdada da ditadura militar. O projeto consagra, por exemplo, a proibição de censura; agiliza o direito de resposta; define com clareza o dever da pluralidade de versões, responsabilizando o Ministério Público pela observância desse princípio em se tratando de informação falsa ou mentirosa; permite ao jornalista o direito de recusar a assinatura de matéria cujo conteúdo tenha sido alterado no processo de edição, entre outras inovações. Avanços, aliás, obtidos depois de um amplo e transparente processo de negociação na Comissão de Ciência e Tecnologia, Informática e Comunicação da Câmara que envolveu deputados de vários partidos, representantes das entidades empresariais e profissionais. Apesar dessas considerações, já na votação do projeto no plenário da Comissão (6/12/95), constatávamos pelo menos dois retrocessos inaceitáveis: a manutenção da pena de prisão para jornalistas e a fixação do valor de indenizações em até 10% do faturamento anual dos veículos de comunicação. No caso da pena de prisão, o projeto inicial de Lei de Imprensa, aprovado no Senado em 92, previa a sua substituição pela prestação de serviços à comunidade e multa.

Na Câmara, o deputado Pinheiro Landim, relator do projeto, manteve esse entendimento, mas que, desastradamente, acabou sendo derrubado por esmagadora maioria na votação na Comissão da Câmara, permanecendo a pena de prisão para jornalistas. Os defensores dessa proposição argumentavam que o fim da pena de prisão seria a concessão de mais um privilégio aos jornalistas, desconhecendo que em todo o mundo consolida-se o entendimento de que crime de opinião nãoé caso de cadeia. Ora, isso nos faz chegar à triste conclusão de que, se houvesse pena de morte no Brasil, ela fatalmente seria proposta também para crimes de injúria, calúnia e difamação e introduzida às pressas na Lei de Imprensa. Na votação das indenizações o mesmo equívoco se verificou. Sob o argumento de que os valores deveriam ser propositalmente elevados para coibir as ''irresponsabilidades'' frequentes da imprensa, a comissão acabou aprovando, também por ampla maioria, o limite das indenizações por cada crime em até 10% do faturamento dos veículos de comunicação, acrescido em 50% no caso de reincidência.O bom senso indicava outro caminho, já que o objetivo da penalidade não poderia ser jamais a ameaça à sobrevivência do jornal, da rádio ou televisão e tampouco o incentivoà disseminação da indústria de indenizações, tão próspera em alguns países.

Infelizmente, também nesse caso o passionalismo acabou prevalecendo, deixando-se de lado critérios muito mais reais para as indenizações, tais como a audiência/circulação do veículo, seu potencial econômico e lucro, tendo como pano de fundo,é claro, a extensão do prejuízo à imagem do ofendido. O desafio que a Câmara dos Deputados tem pela frente na apreciação definitiva do projeto é a recuperação dos elementos de racionalidade, de liberdade com responsabilidade, que devem nortear a nova Lei de Imprensa, dispensando os conteúdos passionais impregnados de sentimentos de vingança, revanche ou revide.

Américo Antunes, 39, jornalista, é presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

domingo, 22 de março de 2009

POR QUÊ JOSÉ SERRA ANDA PELO BRASIL

Eu tenho viajado pelo Brasil é com a intenção de ficar mais conhecido do eleitor, que a primeira vista pode me estranhar. Além de andarem dizendo que sou chato, feio, resmungão e de assustar as crianças e os Emos no horário eleitoral, também dizem que sou conhecido por Ferra, Cérebro, Vampiro Anêmico, Mr. Burns, Hannibal Lecter, Tutankhamon, Dr. Silvana, Dr. Evil, Lex Luthor ou mesmo pelo meu mais famoso slogan "Finge que funciona!", sou o único ser deste planeta que se acha capaz de enfrentar a Hebe Camargo de TPM. Como todo bom tucano, eu gosto de pular de galho em galho. A cada dois anos eu me candidato a um cargo diferente, que vai de síndico de São Paulo a Concurso Mundial da Feiúra.

Todos sabem: Por debaixo dos panos, somos nós,juntamente com o PSDB quem governam o Brasil, há mais de quatro séculos. Quem nos revelou esta verdade foi um notório caçador de vampiros, conhecido como Lula, em um de seus discursos.

Em 2006, após uma intensa batalha tive que aceitar que o Picolé de Chuchu concorresse a presidência, mas como odiava o cargo que para ele era algo de michê larguei a prefeitura de São Paulo para tentar ser o Vampiro-Mor do Governo do Estado.

Ministro das Doenças do Governo larápio de Fernando Henrique Cardoso, também conhecido por boca-de-suvaco, fui o criador da epidemia de dengue e da máfia dos vampiros, dos quais ele era (e sempre foi) o Chefe.

Depois fui imperador da cidade de São Paulo, onde fiz a simpática medida de colocar cacos de vidro, cinzas, e urânio enriquecido nos viadutos, para que lá os mendigos não dormissem.


Mais recentemente, resolvi dar um chute no cu de Alckmin e lançar Kassab, a mulher do Rodrigo Garcia, e seu suspeito amante para reeleição à prefeitura de SP.

Os paulistanos membros da nobreza feudal adoraram, devido ao forte apoio dos seus amigos jornalistas, como o já falecido da Folha de S. Paulo, sr. Octavio Frias de Oliveira. Além disso, para que os estudantes da USP melhorassem o seu condicionamento físico, decidi tirar de circulação algumas das linhas de ônibus que passavam pela Cidade Universitária - mesmo porque eu não ando de ônibus, mas de carro oficial. "Mordomia é bom e nóis gosta." Também demonstro (MONSTRO, EU?) interesse com o condicionamento físico da Gentalha classe assalariada ao retirar e alterar várias linhas de ônibus que iam pro Centro e sabotar, atrasar ainsa mais as obras da Linha Amarela do metrô, para terminar próximo a ELEIÇÃO DE 2010, onde vou SAIR VITORIOSO, queira o AÉCIO NEVER, ou NÃO!

Outra grande ideia minha, foi o corte de custos e gastos do funcionarismo público que, graças a ele (o corte) passou do paraíso para um inferno. Eu cortei salários, reduzi as férias-prêmios e impedi que fossem acumuladas, bem como que se pedissem as férias-prêmio em dinheiro, eliminei a aposentadoria proporcional, institui os 35 anos de serviço obrigatório para a aposentadoria...enfim, tudo pra não precisar abrir concurso público(aliás, faz mais de 20 anos que não temos concurso público em SÃO PAULO) e não precisar pagar salário a mais. graças a essas medidas agora é comum você ver um setor de 2 pessoas fazendo o serviço de 30.
A Polícia Civil SABE MUITO BEM DISSO!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009